Desinteresse das empresas dificulta inclusão no trabalho
O Globo Online, 24/06/2008:
TRABALHO
Defensores das pessoas deficientes dizem que falta boa vontade das empresas
Nice de Paula - O Globo Online
RIO - Mesmo reconhecendo as dificuldades das empresas para encontrar pessoas com deficiência na quantidade necessária ao cumprimento das cotas (2% para empresas de 100 a 200 funcionários; 3% para entre 200 a 500; 3% para as que têm entre 501 e 1000 e 5% para empresas com mais de 1000 empregados) as entidades que representam os portadores de necessidades especiais argumentam que o maior obstáculo é a falta de interesse das empresas em contratarem esses trabalhadores.
- Não há uma falta de mão-de-obra e sim uma dificuldade de fazê-la chegar ao local de trabalho e serem aprovadas. Eu recebo solicitações de empresas com tantas exigências que não conseguiria achar o profissional nem mesmo entre os não deficientes. A atitude das empresas precisa mudar - diz Andrei Bastos, do Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência ( IBDD ).
nas empresas públicas os deficiêntes são completamente descriminados, quando são contratados como temporários (definitivos…).
Tenho nível superior, já prestei diversos concursos e o que mais me impressiona é que por várias vezes fui eliminado por 0,1 ponto e nunca consigo ficar nas listas de esperas…
No meu entender esta questão de cotas e percentuais é pano de fundo para contratação de “deficiêntes” apadrinhados…
E muitas vezes fui convocado para entrevistas e preenchimento de ‘fichas’, somente para constar das estatística, sempre me dizer que tenho um Currículo maravilhoso e que oportunamente serei convocado, para não sei o que e nunca sou chamado para mais nada. As desculpas são sempre as mesmas:
- o perfil não é o meu;
- vamos realizar uma análise de meu caso… ???
e e outras desculpas sem pé nem cabeça.
Comentário de L M Penna — 25 de Junho de 2008 @ 14:18